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Tu eras uma loba faminta!

domingo, 15 de junho de 2008.
         E nossas noites de amor contínuas onde na estrada da paixão insistíamos em sermos constantes peregrinos, em que tu me devoravas vorazmente com tua boca vermelha, indecente e que tinha um ardor lupino.

         Teu toque flamejante ardia lascivamente em minha mente que te era prisioneira, cativa pela tua saliva que me nutria em todo o meu ser, que então me empurrava para tua luxúria faminta que completamente devorava-me todo, sim tu eras uma loba indecentemente esfomeada.

         Agora sinto saudades daquele teu toque, ele era para mim uma inesgotável fonte de prazer.

Sinto falta daquelas noites poderosamente excitantes, onde ardiam em brasa em minha seduzida carne o fogo consumidor dos teus beijos lascivos e de uma delicia incomum.

        Quero novamente a sensação de tua boca de fera faminta, de entidade feminina, a explorar todo meu corpo, lambendo-o tornando-o molhado, fazendo-o ungido com tua saliva rica que tem a doçura do mel.

        Que meus sentidos nunca me façam esquecer, da ponta desta tua língua felina e que fazes sempre eu alcançar os pináculos mais extasiantes do Nirvana.

ELTON SIPIÃO O ANJO DAS LETRAS. 

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