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Pensamentos voluptuosos

terça-feira, 31 de maio de 2011.
       Em meus pensamentos, viajo psicodelicamente até onde tu estás, imagino teu corpo desejável, ele que deve ser fonte de prazer indizível para o homem que tem a graça de possuí-lo até as profundezas do deleite sensual.

       Ainda mais, imagino teu corpo de curvas sinuosas, de desenho delicioso, uma estrada de tentação carnal certa para aquele que trilha sobre ela, curvas onde somente aqueles que buscam a satisfação orgástica podem caminhar.

       Como gostaria de tomar teus lábios vermelhos em um beijo incendiário, sim, em um ósculo que queimasse nas chamas devoradoras esta paixão desumana. Enlouquecido por essa oportunidade única de possuir-te, ansiaria tocar teus seios gostosos, colocando teus mamilos de biquinhos tesos em minha boca sedenta.

      Queria ouvir-te gemer ao sugar e morder-te os mamilos. Seria maravilhoso perceber-te o arrepio, ao ser tocada desta forma por mim, seu macho totalmente excitado pela delicia de invadir-te.

      Ah, menina da paixão lasciva, amaria descer minha boca de teus peitos doces para tua barriguinha durinha e de pele macia, e depois de beijar-te com carinho, ardorosamente baixaria até teus pelos púbicos, inspirando e expirando, em ardores, sob o odor de teu sexo, e logo depois ganharia teu clitóris ereto com a ponta de minha língua devassa, levando-te ao delírio.

         Depois de realizar demoradamente essa masturbação clitoriana com a serpente libertina de minha língua, eu invadiria tua vagina de forma voluptuosa, febril, como se estivesse penetrando nos átrios desejáveis do templo da bela Perséfone.

        Notando com isso que quase te levei aos braços abrasadores do orgasmo, eu paro de fustigá-la com esse prazeroso sexo oral, ergo meu dorso montando meu corpo sobre o teu, e invado-te com a impetuosidade de um garanhão selvagem, que só se sente livre quando está entregue a sua fêmea, nesta cavalgada luxuriosa de natureza concupiscente, em direção aos recintos sagrados de um deus profano que se chama Gozo.

       No final de tal cavalgada, deixo em teu interior a presença e doçura do meu mel, que de lá escorre até suas coxas grossas, de tez sedosa e deliciosíssima.

    -ELTON SIPIÃO O ANJO DAS LETRAS

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