terça-feira, 1 de novembro de 2011

Berrando obscenidades sobre a ponta de minha lança fálica!

            Quando tu ficas manhosa para o meu lado isso me excita ainda mais, esse seu jeitinho de menina dengosa que parece pedir meu colo, o meu abraço exacerbadamente quente, meus beijos excitantes e de sensações calorosas, o calor do meu peito másculo e transpirado em vontade e em um querer selvagem.

            Esse seu jeitinho de menininha sapeca e mimosa mexe com minha cabeça de um jeito, virando-a totalmente do avesso, minhas defesas caem por terra, é incrível como conheces o meu calcanhar de Aquiles. Então não podendo combater os teus quereres sensuais, completamente sem como defender-me, não tenho uma outra alternativa do que aquela de entregar-me aos teus devaneios mais loucos e de texturas deliciosas.

           Teu corpo nu magneticamente atraiu o meu a si, como o ferro atraído por um imã poderoso fico colado em ti, nossas peles bronzeadas unidas se reconhecem irmãs gêmeas. Nossas carnes entrelaçadas serpenteiam em um movimento sensual e espasmódico que lembra duas cobras a se acasalar.

           Beijo-te com furiosa paixão como se beijasse a uma Deusa provinda de um panteão formado por Divindades antigas do amor, devoro teus gemidos de prazer com avidez e tremenda gula, bebo dos teus gritos de puro deleite com uma sede semelhante à de um vampiro que está sedento por sangue.

          Aspiro teu hálito quente de fêmea no cio com o desejo de um animal que tem a alma dominada pela febre sexual de Dionísio. Com minha língua tomo do teu sumo que escorre em cachoeira de gozo da tua fonte piramidal feita de carne e cercada por tua mata negra púbica.

         Penetro-te sem dó ou piedade, fazendo os céus conturbarem-se entre nuvens escuras, raios e trovões, entre teus gritos de mulher que foi invadida pela minha lança fálica que traz em sua ponta acesa, as chamas de uma delicidade orgástica indescritível.

         Sobre o aço de minha glande que visita a racha de tua tenda vermelha, te faço berrares obscenidades nunca antes proferidas pela boca de uma mulher entregue ao transe sexualizado da carne.

ELTON SIPIÃO O ANJO DAS LETRAS. 

Um comentário:

Susy Ramone disse...

Olá meu querido!

Belo texto! Hot hot...

beijos!