sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Cena pornográfica!

            Tua pele molhada escorre suores de delicias infinitas, teu cheiro de fêmea através deles, semelhantemente á uma fumaça de incenso chega ao meu olfato extasiando-me, elevando-me a excitação suprema de todos os meus sentidos. Com isso, a ereção fálica chega a mim de forma potente, contundente, assim sendo, Eros começa a cavalgar uma égua de sangue lascivo chamada luxuria em minha alma masculina.

            Tomo-te incendiado por labaredas furiosas da vontade em fazer contigo, atos lascivos inimagináveis de tão gostosos são em sua natureza experiencial, lambo com minha língua sem vergonha esta tua transpiração de sabor desejável, cravo meus dentes em tua tez macia deixando nela a marca do meu total desvario.

            Com meus gemidos de um prazer enlouquecido, eu faço o banimento dos meus pudores por completo, então te possuo penetrando-a em tua pirâmide sagrada, feita de carne e pêlos púbicos, pegando-te por trás, desprovido de moral bíblica, despido do conservadorismo sexual dos verdadeiros imorais.

            No nosso ultimo ato em cena, desta cena pornográfica, mostrada no palco de nossa cama, urro orgasticamente feito o animal homo de neandertal que ainda mora em meu interior, urro jogando dentro do teu palácio uterino meu balsamo de deliciosidades seminais.

ELTON SIPIÃO O ANJO DAS LETRAS.

Um comentário:

zéllus disse...

Parabéns pelos poemas!