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Fome de fêmea!!!

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012.
            Esta manhã eu acordei com muita fome de tua carne quente, macia e deliciosa, e também com muita sede de teu sumo lácteo. Arrepios vertiginosos de puro desejo percorriam meu corpo de mulher, querendo me levar aos caminhos de doce perdição dos teus braços.

            Procurava-te na cama em vão contorcendo-me em cima dela, sabedora que não estavas ali, mas em teu trabalho exaustivo e burocrático. Tateava os lençóis de seda pura querendo mesmo tatear teu tórax desnudo, peludo, largo e protuberante. De meus lábios vermelhos e carnudos, escapavam meus gemidos suplicantes, que exprimiam o meu querer em ser possuída selvagemente naquele mesmo instante, por ti meu querido.

            Os bicos dos meus seios enormes já se destacavam de minhas rosadas e grandes aureolas ficando pontiagudos por efeito de minha animalesca vontade em ser tomada por ti em cima deste nosso leito de prazeres dulcíssimos. De minha pirâmide de vontades orgásticas brota uma cachoeira de quereres luxuriantes, suas águas tocam e molham meu monte púbico de fios negros e lisos.

            Mordo meu lábio inferior para logo depois soltar mais gemidos de anseios em tê-lo explorando minuciosamente meu corpo de gata – selvagem – no – cio. Ainda contorcendo-me neste torturante, no entanto delicioso inferno de gozos fascinantes, eu estou deitada de barriga para cima, e estou vestida apenas com uma calcinha de renda preta transparentíssima, do jeito que sei que adoras ver-me, pois desta forma consegue enxergar claramente meu monte – de – Vênus por meio desta sua transparência desavergonhada.

            Sinto que as águas que escorrem desta minha pirâmide de devaneios orgásticos já encharcam por demais o tecido de minha calcinha, isto faz com que meu cheiro de fêmea – fatal – selvagem ganhe o ar preenchendo-o totalmente. Neste momento sinto vontade de gritar ao mundo obscenidades inconfessáveis.

            Ahhh... já não me aguento mais meu doce amor de tanta vontade em sentir tua boca de macho enlouquecido no cio desbravando as terras do meu corpo semi- nu com sua língua quente e de tato de uma deliciosidade maravilhosa. Sendo desta forma, arranco de uma vez minha minúscula calcinha e a jogo no chão do nosso quarto. Grito teu nome amado que ecoa nas paredes de nossa alcova de regorjeios sensuais.

            Sem mais suportar a espera de receber a visita bem – aventurada do orgasmo, meto meu dedo anular dentro da fenda úmida de minha pirâmide – egípcia – de prazeres infindáveis.

            Ohhh...imagino estar sendo penetrada pelo teu grandioso membro de glande molhada e de um tamanho generoso. Enquanto me fustigo com uma mão nesta minha masturbação febril e delirante, mordo os dedos de minha outra mão tendo meus olhos fechados, e imaginando-te em cima de mim, na posição de papai – e – mamãe tendo em teu rosto lindo uma expressão máscula e de uma safadeza quase sem precedentes.

            Acima de mim o teto do quarto parece girar com a mesma velocidade de uma hélice de um helicóptero, tamanho é o turbilhão de emoções sensualíssimas em que eu tua mulher me encontro.

            Tirando meu dedo do interior do meu sexo que agora está tocado conjuntamente pela água e pelo fogo do prazer, começo a esfregar meu clitóris que ereto, aponta como uma minúscula lança na direção do Nirvana perdido.

            Meu corpo então é acometido por um violento estremecimento meu amor que o leva a uma convulsão de grande força sísmica, levando-me com isso ao seio abrasivo e redentor do orgasmo. Neste instante a terra se encontra com o céu, vislumbro Ísis sendo tomada pelo falo duro e avantajado de Osíris.

            Nesta hora, a hora da “pequena morte” como chamam o orgasmo os franceses, sinto que eu sou a própria Ísis e tu nada menos que o próprio Osíris.

            Ofegante, fico paradinha esperando minha respiração se harmonizar novamente, enquanto sinto minhas duas pernas inteiramente bambas. Meu coração que bate de forma acelerada aos poucos vai se acalmando, já vou sentindo minha respiração voltando ao normal. Aos poucos o cansaço e o sono vão tomando conta de mim, um pensamento consolador me invade, quando penso que mais tarde quando chegares de teu serviço, eu poderei por em prática contigo, todas essas fantasias que idealizei neste sexo solitário que acabei de fazer pensando em ti.

            Chupo meus dedos umedecidos pelo meu gozo abundante, antes de mergulhar nos oceanos místicos de Hipnos.

ELTON SIPIÃO O ANJO DAS LETRAS.

E tu, oh, minha leitora, por quem é a tua fome???

Beba nesta taça de prazeres apenas mais um pouco de êxtase: Je T'aime,moi non plus!!!

1 Comentário:

Anonymous disse...

Bom como eu sou suspeita em fazer elogio essa e mais uma de tantas que eu adorei parabens e seplismente linda e de coraçao bjs Carla Roberta

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