quinta-feira, 28 de março de 2013

Amor de fêmea!!!

Tu és meu jardim de delícias eruptivas,
e é sentindo em mim estas erupções deleitantes
que me torno a fêmea mais satisfeita que possa existir.

Fêmea essa que é satisfeita
por outra fêmea, sim, sou a
mulher que encontrou nos
bosques do amor incontido
aquela que viria a ser, a mulher
da minha vida,e falo de ti,oh,meu
rubi precioso de valor incalculável.

Quando estou contigo na nossa
cama macia fazendo amor, ela
transforma-se naquele ninho
de luxúria sempre inusitado aos nossos
corações femininos apaixonados.

Tu tocas com a tua boca quente em brasa
na minha vulva que falta derreter-se ante
este teu beijo obsceno de Deusa-grega.

Meus gemidos exacerbados de prazer
atingem os fundamentos do céu fazendo
com que os próprios santos se espantem
com o som libidinoso deles.

Na suavidade de teus carinhos guardas
na terra fértil do meu seio a semente
de tua paixão de mulher que me possui por inteira.

És agora a minha consorte amada e o
será para todo o sempre, pois o nosso
amor é real e verdadeiro em sua essência,
e quando duas mulheres nutrem tal sentimento
uma pela outra, a eternidade que é uma deusa linda
e apreciadora de tais amantes, as premia com seu beijo
sagrado conferindo-lhes o êxtase da “Imortalidade”.

- ELTON SIPIÃO O ANJO DAS LETRAS.

A imagem da pintura que ilustra o texto publicado acima, é da autoria do artista-plástico francês Gustave-Courbet - (Ornans, 10 de junho de 1819 -, La Tour- de -Peliz - 31 de dezembro de 1877). A obra de arte em questão intitula-se “O sono” e foi criada no ano de 1866. Atualmente o quadro está exposto no Museu do Petit- Palais na cidade de Paris- (França).

Um comentário:

Natan de Alencar disse...

Belo poema em homenagem àquela parcela de mulheres cujas almas se tocam.