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Dedos molhados, dedos chupados!!!

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014.
    Meus pensamentos, ao chegarem a ti,
empurram-me para uma febre que
toma conta do meu corpo de
mulher. Tu sabes, meu amor, o
que uma mulher faz quando se
sente sozinha porque seu homem
está longe?
       
    Vou te contar o que esta tua menina
danada aqui costuma fazer. Gosto de
ir para a sala de nossa casa, quando
te desejo demais em certos momentos, 
e só se encontram em casa eu e as fadas. 
Por entre a cortina entreaberta,
uma meia luz penetra suavemente, 
iluminando os móveis do ambiente 
e a cútis branca do meu corpo,
já desnudo.
       
    Bebo numa golada só minha bebida predileta:
um cowboy. Sento em nosso tapete de pelúcia negra, 
e me recosto no sofá. Meu corpo transpira excitação 
neste instante, pois minha mente viaja até onde estás, 
e imagino-te totalmente nu diante de mim, exibindo 
toda a tua masculinidade, numa sensualidade 
completamente “FÁLICA”.

    Toco meus mamilos, pressionando-os e massageando-os
com meus dedos polegares e indicadores. Isto me deixa
com um tesão a flor da pele. Parece que sinto, neste exato momento,
tua boca de lobo faminto sugando-me os seios e levando-me a gemer loucamente, como se nossos vizinhos lá fora não existissem.
       
    Magicamente, este tesão me faz sentir o teu conhecido cheiro, o teu odor de macho que invade-me não só o corpo, mas também minha alma . Isso faz com que eu aperte com mais força ainda os mamilos que já parecem dois espetos. Um gemido gutural escapa da minha garganta neste mesmo instante.
       
    Enquanto faço que uma mão continue seu trabalho em um dos meus seios, deslizo a outra pelo caminho sedoso de minha barriga até o meu sexo, que nesta hora está completamente molhado.
       
    Massageio com delicadeza meu clitóris que, ao simples toque de minha mão, fica ereto. Ahhh...delícia que consome o meu corpo, serpentando em seu âmago, como uma serpente de fogo coleando ao meu toque devasso, despertando minha úmida intimidade.
       
    Do clitóris, em movimentos rápidos, faço com que dois dos meus dedos desçam até a entrada da minha vulva, fazendo-os subir com a mesma ligeireza de volta a ele. Assaltam-me sentimentos de prazer, inexprimíveis por palavras, pois, estas não podem expressar com precisão o êxtase que umidifica cada pedacinho do meu corpo. 
       
     Não tem como não visualizar, com a força da minha imaginação, o teu falo, rijo como aço, penetrando-me com toda a luxúria da tua alma de sátiro selvagem.
       
    - Possua-me, filho da luxuria suprema. – É o que grito aos ares, como se ali tu estivesses realmente montado em cima de mim, fustigando-me com teu membro, que ao atritar meu clitóris, meus lábios maiores e menores, e invadindo com veemência a minha vulva, me leva ao cume vulcânico de sensações divinais.
       
    Aumentando o movimento da minha mão, nesta masturbação febrilmente dionisíaca, chego, em questão de poucos minutos ao nirvana luminoso que apenas a “pequena morte” pode oferecer.
       
    Gozando até o final, com a demência de uma potranca devassíssima, jogo-me sobre o negrume do tapete macio, sentindo-me soberbamente exausta e satisfeita. E, deitada de lado sobre ele, chupo, deliciada, meus dedos, que trazem em si o mel fresco do meu orgasmo avassalador.
       
    Chupo-os com loucura, enxergando-me com os olhos da alma, como se estivesse te chupando na ponta do teu arpão fálico, de onde me feriste com o beijo ardente de um gozo pleno, resultado de uma paixão tão profunda que seria capaz de surpreender até as grandiosas Deusas pagãs do amor sensual. 

- ELTON SIPIÃO O ANJO DAS LETRAS. 

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