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A graça de ser amado por ti.

segunda-feira, 2 de junho de 2014.
       Venha a mim com toda a tua sensualidade de mulher deusa, e dai-me do teu amor que tanto prezo nesta minha vida. Sem ele os meus dias seriam apenas feitos de tempestades cinza, e um sorriso feliz não passaria de uma vaga fantasia dentro deste meu mundo tão entristecido.

        Venha a mim vestida de tua beleza solar e sob o poder da luz dela, iluminai-me por inteiro. Encanta-me contemplar o brilho cintilante dos teus olhos, e ser agraciado em assistir a formosura renascentista do teu rosto de donzela.

        A tua voz de sereia alcança os meus ouvidos enfeitiçando-me com teu canto pagão, ao ouvi-lo, entretanto, sinto que as correntes que aprisionam a minha alma caem por terra. Sinto que a insatisfação pessoal e sentimentos de depressão já não vivem como antes em mim.

        Às vezes eu tenho a impressão que tu não anda ao meu lado, mas antes flutua no ar, há momentos em que me parece não pertenceres a este mundo constituído de gente mortal.

        Tua feminilidade sagrada, como um sol primaveril nasce no firmamento azul da minha alma, e encanta os meus dias mesmo quando estes parecem envoltos por tsunamis de natureza corrosiva. 

        Tu chegas a mim através da poesia do vento, por meio da musica das águas das fontes, usando o intermédio do sussurro mágico das árvores e também pela força criadora da terra.

        Tendo-a como minha mulher única, sinto que possuo uma graça preciosíssima, semelhante à de ser o rei supremo do planeta em que vivemos. Afinal teu amor me é uma coroa de joias raras, colocada em minha cabeça pelas mãos cândidas de alegres cupidos enviados pela própria Afrodite. Sendo desta forma, ser amado por ti minha querida, é apenas aquilo que mais desejo nesta minha existência.

        Ser alvo deste teu mesmo amor é como transcender o âmago da felicidade em toda a sua inteireza.  

- ELTON SIPIÃO O ANJO DAS LETRAS

A Imagem da foto que ilustra o texto publicado acima, é da autoria do fotógrafo Luiz Tripolli- (Rio de Janeiro, 14 de fevereiro de 1949). Tripolli é um fotógrafo e diretor de fotografia brasileiro. Um dos pioneiros da fotografia de moda no Brasil, imortalizou a nudez da mulher brasileira em capas de revistas como Fairplay, Homem e Playboy. Publicou os livros "Quase Todos Meus Amores" (2004), "Arquivo Secreto" (1973), "Mulata" (1977) e "Meus olhos" (1977).

Fonte de informação: Wikipédia a enciclopédia livre.      

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