sexta-feira, 13 de junho de 2014

Eu amo o céu de delícias do teu corpo.

       Eu não anseio por outro céu do que a delícia que me significa o teu corpo. Oh, este teu corpo, oásis de prazer continuo, fonte de deleite diário para esta minha alma de homem rendido aos teus pés.

        Eu venero toda esta estrutura corporal a qual és dona, pois esta faz de ti uma deusa que parece ter guardado a beleza perfeita apenas para si mesma. Então é através dela que me aprisionas hipnoticamente, fazendo com que eu não olhe para outra direção a não ser naquela que tu estás, oh, paixão veemente da minha vida.

        Adoro fazer a minha língua passear pela sedosidade de tua pele de pêssego, não há nada que supere o regalo em realizar tal coisa. O cheiro aromático de nardo que se desprende desta tua mesma cútis macia, enlouquece-me na fúria de uma paixão calorosa. Deleito-me também em tocar com as minhas mãos, os teus seios enormes e firmes, geometricamente redondos e perfeitos, e perceber todo o teu desejo subir as alturas dos céus mediante esta minha atitude de tateá-los prazerosamente.

        Igualmente alegro-me ao brincar com meus dedos em teus pelos púbicos fazendo com que tu te excites com tal brincadeira, levando-a aos poucos a ter na abertura rosácea de teu sexo uma cachoeira de águas libidinosas. Águas que demonstram o quanto mexo contigo, com tua essência corpórea, apenas usando este meu tatear de amante desbravador dos encantos de tuas carnes.

        Comprazo-me com todo o fulgor do meu espírito em visitar a tua pirâmide invertida feita de carne, pelos, águas excitadas e excitadoras, lábios maiores e menores que beijam minhas vontades mais escarlates e que estão relacionadas todas a ti.
        
        E visito esta tua pirâmide tanto com minha boca que é dona de um total desavergonhamento, quanto com a serpente mística do meu falo que é senhor de uma fogosidade infinita.

        Nas erupções quentes dos meus orgasmos que tenho no interior deste teu sexo piramidal, eu crio em teu ventre mares embranquecidos e caudalosos das minhas luxurias grandiosamente apaixonadas.

 - ELTON SIPIÃO O ANJO DAS LETRAS.

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