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A musica pagã dos nossos mais tórridos orgasmos

segunda-feira, 18 de agosto de 2014.
       Não me negue eu te imploro os teus ardores sensualíssimos, mais os dê a mim através das tuas múltiplas caricias, oh, minha pantera de sensações deleitantes.  Tu sabes e bem imaginas o quanto te desejo, o quanto sonho em possuir-te como nenhum outro homem teve a primazia de fazê-lo.

        Ofereça-me o vinho tinto dos teus beijos na taça da tua boca formosa, para que assim eu possa embebedar-me com estes teus ósculos de essência luxuriosa. Abri eu te peço, oh, senhora dos meus encantos, a porta escarlate do teu corpo, com o objetivo de que eu consiga andar livremente pelas suas salas, onde o regozijo da carne me espera.

        Venha ser hoje e eternamente a esposa do meu corpo e alma, e desvendemos juntos os véus misteriosos do amor, sem nos esquecermos de logicamente navegarmos nos mares dionisíacos das nossas fantasias mais sensuais.

        Dou-te também o meu corpo para desfrutá-lo como bem desejas, permito que com tua boca e mãos o explore centímetro a centímetro da sua pele. Faço-me teu doce fruto de perdição com o intuito de que possas matar a tua fome de mim. Digo-te que te pertenço como a terra pertence ao céu.

        Ah, meu jardim do Éden em forma de mulher, de joelhos eu te peço:- Não me negues os teus ardores. – Isto porque sem eles eu não sei viver, tamanha a importância que estes me têm. Fique comigo por longas horas inteiras, onde possamos dançar sob o som da música pagã dos nossos mais tórridos orgasmos.

- ELTON SIPIÃO O ANJO DAS LETRAS

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