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Prazer selvagem

sexta-feira, 8 de agosto de 2014.
       Tu és a minha potranca indomável que corre livremente pelos campos rubros de uma devassidão inominável.  E eu corro ao teu lado tendo o meu sangue a fervilhar dentro das minhas veias. Sim, como um potro ensandecido, entrego-me contigo nessa corrida que nos levará aos abismos de um prazer inenarrável.

        Puxo o teu corpo de encontro ao meu, como me é delicioso senti-lo suado, cheirando a tua mais pura feminilidade, transpirando a tua sensualidade de mulher selvagem através de cada poro existente em tua tez.

        Amo quando eu levo a minha boca na direção da tua, em um beijo que faz os nossos lábios arderem nas chamas da paixão mais ardorosa. Tu és a guardiã e a mantenedora dos meus ardores viris, assim como a criadora da chama libidinosa que constantemente está acesa em meu seio.

        Comprazo-me na união dos nossos corpos que se encaixam perfeitamente, como peças precisas em um jogo de quebra-cabeças. Encanta-me a alma quando meus ouvidos te ouvem gemer de prazer a cada toque que te dou, ou quando tu sentes as estocadas conferidas por mim, ao penetrar-te com todo o meu desejo fálico.

        Sim, minha deusa egípcia, eu também quase desfaleço ante as sensações prazerosas que me dás, quando sinto no dorso erétil do meu falo o aperto forte da tua cona, desta tua pirâmide invertida de gozos ero-afroditianos.

        Em todo o orbe terrestre, não há uma satisfação humana tão enorme quanto esta: a de visitar tuas entranhas de mulher-deidade, invadindo-as, com o intuito de alagá-las com o magma seminal e efervescente do Vesúvio do meu ORGASMO.

- ELTON SIPIÃO O ANJO DAS LETRAS

Revisão ortográfica e textual de Natanael Gomes de Alencar 

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