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Seiva suave

sexta-feira, 1 de agosto de 2014.
        Minha seiva tu experimentas com uma fúria sedenta, bebes de mim o sumo da macheza até a última gota.

        Na cama, ah, na cama carmim dos nossos jogos libidinosos, tu me impões a tua boca de felações audaciosas.   Quando estou contigo dentro dessa intimidade em tons sensuais, abraço-te e beijo-te com o ardor de mil vulcões explodindo em plena atividade.

        Oh, querida, não existe delícia maior que o toque de tua língua devassa em meu falo; com ela, tu consegues me conduzir a êxtases nirvânicos que olho algum viu, e que mente humana nenhuma chegou a imaginar.

        O acariciar de tua boca de veludo tem início em minhas gônadas e vai subindo até o dorso peniano, me faz gemer de modo ensandecido, assim como me leva a pronunciar verbos de uma obscenidade selvagem.

        Tu me sugas amor com a voluptuosidade de uma potranca puro-sangue, e, em breves intervalos, dá um tempo ao meu sexo, erguendo a tua cabeça, me dirigindo um olhar sem-vergonha, talhado sob a essência da tara mais libertina.  E tal expressão facial me dirige, sem erro, às portas incendiárias de um orgasmo que vem sobre mim, com uma força similar ao “Catrina” em seu redemoinho de mulher atraiçoada.

        Avassaladores então são os rios seminais do meu gozo, que libero no interior de tua garganta de mulher-pantera e de deusa a incendiar todos os meus sentidos. 

        Sacrifico-me perante as portas divinais do teu útero para, breves minutos depois, ressuscitar no altar sagrado dos teus braços.

- ELTON SIPIÃO O ANJO DAS LETRAS

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