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Mesmo que o nosso amor não exista

segunda-feira, 29 de setembro de 2014.
      Mesmo que o nosso amor não exista, pouco me importa, agora eu sei que morarás infinitamente em meu coração.  Grito teu nome na virtualidade que a escuridão concede a minha mente, ah, todos os dias faço tal coisa.

        Sei que hoje não poderei andar em tua direção, e talvez nunca chegue o dia que isto possa acontecer, mas meu coração, espero, entenda, sempre baterá por ti, como um bumbo num ritmo constante fechando todas as fendas que há no espaço.

        Meu coração sangrento nunca entenderá porque não posso ter-te nesta vida presente, apenas o meu espírito tem tal conhecimento, parece não estar no nosso destino, sendo assim, o que fazer? Ah, diga-me amor, será que algum dia chegará para a humanidade o tempo em que o coração entenderá as coisas sublimes e quase incompreensíveis do espírito?

        Eu tenho consciência que as coisas muitas vezes não te são fáceis, teu corpo parecer possuir uma saúde frágil, mas mesmo com a carinha de quem tomou muito soro fisiológico, a tua beleza perfeita continua sendo algo inenarrável para os lábios humanos.  Mesmo em meio a furiosos tornados e furacões tu consegues manter preservada a tua estética de sereia.

        Eu vou te amar para sempre, entretanto, tu não me amarás por um só segundo sequer, o jeito é cultivar uma paciência budista com o intuito de esperar-te em uma outra vida, quem sabe nela, tu finalmente te apaixones por mim, quem sabe nela, nossas distâncias físicas encurtem-se.

        Eu não sei o que pensarás quando chegares a ler essas minhas palavras, talvez, isto tudo signifique apenas e tão somente poesia para ti. Já para o meu coração são palavras sinceras que se tornam um grito de desabafo provindo do mais profundo âmago da minha alma.

        Apenas peço-te uma coisa , nunca esqueças o meu nome, não permitas que a imagem do meu rosto se apague da tua memória, jamais deixe de levar a minha poesia nos recônditos mais íntimos da tua alma feminina e tampouco, te esqueças de que ardo de um supremo amor por esta mulher maravilhosa que tu és.

- ELTON SIPIÃO O ANJO DAS LETRAS

Prosa poética em homenagem a jovem Maxsuely Aires.

A imagem da foto que ilustra o texto publicado acima, é da jovem parnaíbana Maxsuely Aires, foto retirada dos seus álbuns criados em seu Facebook. 

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