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Bandoleira da plena sedução

quarta-feira, 15 de julho de 2015.
         Bandoleira do meu coração, que me tentas com tuas doçuras sensuais, quase me levando a plena loucura.  Quero-te com esta tua bandidagem libertina por mil noites estreladas, para assim experimentar o calor do teu corpo nu aquecendo o meu, levando-o a um regozijo deliciante.
         
         Na cama, ao menos comigo, tu és autenticamente bandida, despindo-se de todo o seu pudor, fazendo-se dançarina dentro de uma coreografia sensualizante, capaz de me arrebatar a um céu de gozos simplesmente intermináveis.
         
         Tua arma é o teu sexo molhado, semelhante a uma cachoeira de vontades libidinosas, quente como um vulcão, pronto para entrar numa erupção de delírios cárneo-festivos.  A máscara que usas para tampar metade de tua face é a do mistério da sedução divinizante, à qual não consigo resistir,  por mais que a minha vontade queira.
         
         Mas, confesso, a quem desejar me ouvir, que eu nunca quis me contrapor aos encantos sensuais desta mulher, muito ao contrário, realmente essa bandoleira sedutora, desde a primeira vez que a vi, tomou tanto o meu coração quanto a minha alma de assalto.
         
         Agora, passo as minhas tardes, noites e manhãs, sendo cavalgado pelas suas ancas largas e libertinas,  nádegas enormes, firmes, donas de uma perfeição arredondada de tirar o fôlego de qualquer um;  ah, como o seu glúteo arrebitado  é divino, conduzindo-me de mente, alma e corpo aos “Campos Elíseos”!
         
         Agora, mais do que nunca, eu sou todo dela e nenhuma outra mulher poderá tocar-me, afinal, qual outra fêmea humana possuiria em suas mãos um toque semelhante ao dessa minha mulher-bandida?  Seu toque é comparável ao de uma ninfa de espírito selvagem e seu corpo é semelhante ao de uma deusa pagã primal do amor sexual e da fertilidade.  

-ELTON SIPIÃO O ANJO DAS LETRAS

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