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Toque transgressivo

sexta-feira, 25 de março de 2016.
E eu a levei para o recôndito do meu quarto, este meu lugar tão íntimo, tão pleno de paixões escarlates.  E eu a beijei com um fulgor desmedido, fiz com que esta bebesse da minha saliva e também bebi avidamente da dela, ah, naquele momento mágico, se eu pudesse bebê-la por inteiro, então, me satisfaria completamente.

Tirei a sua roupa jogando-a no chão; a blusa branca, o jeans surrado, assim como a sua calcinha minúscula e o seu sutiã meia-taça, eu a deixei nua em pelo, e a contemplei deste modo; tão linda como uma Vênus encantada.  Enlouqueci com esta visão, salivei desejos desenfreados, sonhei com fantasias proibidas, eu me tornei em segundos um homem-vulcão, a serpente em mim ficou ereta, a maçã do pecado com certeza seria mordida. Eu seria seu Adão, mas, ela se recusaria a ser a minha Eva.  Antes, esta preferia se manifestar a mim como a própria Circe.

Toquei com os meus dedos febris os seus mamilos tesos, suguei-os com tamanha sede que ela gritou de prazer, estes me pareceram dois frutos maduros de onde escorriam a seiva da pura tentação sensual.  Seu suor neste meio tempo escorria, e o seu cheiro que a mim chegava me tornava ébrio de vontades simplesmente pecaminosas.  Eu era ali um deus pagão tendo o corpo dela como o meu templo onde queria fazer constante morada.

Toquei com libertinagem o seu sexo depilado e acendi nela o fogo sagrado da vontade de querer realizar o coito, de sua boca saíram naquela hora palavras obscenas, totalmente proibidas para uma donzela pronunciar, entretanto, ali, aquela minha amada estava longe de ser uma donzela; ali, esta não passava de uma potranca ardendo nas chamas consumidoras da paixão carnal.

Em seu oásis secreto introduzi meus dedos ágeis, invasores destemidos de sua intimidade apertada e tão úmida.  Levei-os fundo no interior deste seu pequeno e triangular paraíso, eu fiz desta forma, com que chegasse às lágrimas, tamanho foi o seu imenso deleite.

Depois de jogá-la em cima dos lençóis macios do meu leito, enchi-a de ósculos ardentes, tapas marcantes e que foram pedidos por ela, lambi sua transpiração com demência, sorvi seus fluídos íntimos como se tomasse em minha boca a bebida mais deliciosa que eu já houvera experimentado. Puxei seus cabelos com uma luxúria totalmente despida de freios, por fim, penetrei-a com fúria tempestuosa; sangrei e a fiz sangrar na alma, tomado pela graça de Dionísio, derramei em seu útero florido o magma quente e branco dos meus orgasmos de essência louca e de espírito transgressivo.


     - ELTON SIPIÃO O ANJO DAS LETRAS.

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