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Sacerdotisa do meu mais puro prazer

sábado, 13 de agosto de 2016.
Tua língua passeia pelo meu corpo, fazendo com que eu me contorça de puro contentamento; é como se uma sensação elétrica atravessasse cada fibra da minha estrutura corpórea.  Mesmo de olhos fechados, consigo contemplar o fulgor da tua selvagem lascívia. 

Nada escapa desta pequena serpente rubra que se projeta do interior da tua boca para fora, cada centímetro da minha tez é devassada pelo seu toque libidinoso. Meus pelos se eriçam, arrepios prazerosos perpassam por toda esta minha nudez morena.

Os teus curtos ósculos estrategicamente aplicados sobre cada ponto da minha carne, fazem brotar dos meus lábios, gemidos obscenos e palavras que parecem proceder de um Dionísio ébrio por um vinho retirado de barris vindos diretamente do Olimpo.  

Oh, sim, querida, tu és a deusa dos meus deleites luminosos e a senhora dos meus fetiches carmins.  Com certeza foi à própria Afrodite quem te concedeu o conhecimento sábio da forma como deveria tocar-me para o meu bel prazer. 

Apenas a tua nudez em pelo consegue me levar às raias da realização plena.  E um júbilo completo me possui, todas as vezes que bebo do doce licor que escorre do recipiente cárneo do teu sexo molhado.  Com certeza tu te configuras como um aspecto da sagrada Vênus para mim, em ti unicamente repousa a minha afetiva predileção.

Sinto-me um sátiro insaciável quando me deixo conduzir pelos teus rituais afroditianos, da mesma forma percebo que te tornas a mais provocante das ninfas, quando me oferece teu corpo desnudo para que por meio dele, eu possa sentir a essência mágica das deusas pagãs do amor.

O sagrado e o profano habitam em ti dentro de um equilíbrio incontestável, a luz e as trevas em um verdadeiro romance espiritual, celebram as suas núpcias no intimo do teu abissal coração de mulher.

Ouvindo e sentindo a doçura sublime do teu canto matriarcal, deito tempestuosamente em teu seio, oh, mãe de toda a terra, os rios leitosos dos meus orgasmos exuberantementes profícuos.

-ELTON SIPIÃO O ANJO DAS LETRAS

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