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O bardo solitário

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017.
Eu sei que não poderei mais esperar por ti, tu te tornaste um sonho quase impossível, pois, a esperança que eu tinha de ficarmos juntos, transformou-se em rubras lágrimas.

Agora, pergunto-te: - Em que paragens tu tens andado? Afinal, teus pés levaram-te tão longe de mim! Tão longe, que os meus olhos castanhos escuros não podem mais alcançar-te!

Sou eu agora um homem ou um farrapo humano, querida? Tua ausência tem me destruído dia a dia, já nem desejo mais ouvir as canções de amor que fazem lembrar-me de ti!

Teu nome insiste em não abandonar meus lábios, e a imagem do teu semblante está gravada em fogo e brasa em minha mente.  Meu espírito é hoje em dia, um vulcão de saudades eruptivas desta mulher que és tu!

Será que não consegues entender que não consigo existir sem estar do teu lado? O amor é tão forte e misterioso como a morte, apenas experimentando a ambos; que é possível conhecer, a verdadeira feição dos seus respectivos rostos!

Minhas narinas anseiam por sentir novamente o teu perfume de lírios, tal odor, sempre me embeveceu, elevando-me ao seio orgástico do Nirvana! Tua pele de maciez pessegueira sempre me extasiou, fazendo-me contemplar com meus olhos estupefatos, o rosto belo e luminoso dos cupidos de Afrodite!

Sou um bardo empunhando o seu alaúde, tocando e cantando canções de amor em teu louvor, de pé, em frente às portas de uma imponente Camelot!

Mesmo que todas as belas poesias do mundo escorressem por entre os meus dedos, sem o teu favor, disto nada me adiantaria, eu ainda me consideraria o mais pobre dos poetas!

-ELTON SIPIÃO O ANJO DAS LETRAS

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