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Culto à (coitu)ra

segunda-feira, 19 de junho de 2017.
Era uma tarde de inverno. A Biblioteca Municipal estava cheia de gente para receber o famoso escritor best-seller que ali se apresentaria em um descontraído bate-papo com os seus leitores.

Depois de uma hora de evento e chegando o momento do seu encerramento, eis que ela se aproxima de mim, eu não a tinha notado entre os muitos presentes que superlotavam a sala de encontros culturais da biblioteca. Cabelos lisos, olhos castanhos escuros, pele branca e dona de lábios com um desenho geometricamente sexy, aquela garota logo de cara me chamou a atenção.

A moça tinha o perfil de um típico modelo “plus size”, de curvas insinuantes, coxas grossas extremamente chamativas, e uma bundona redonda, empinada e bem firme. Com seu 1 metro e 60, trajando uma elegante blusa de frio feita de malha cor cinza e uma saia índigo blues, calçando botinhas confeccionadas em couro preto, colocou em polvorosa os cavalos selvagens de meus instintos sexuais.

Enquanto ela comentava comigo sobre o evento, senti a vida se manifestar em força e volume dentro das minhas calças. Simplesmente, o meu membro peniano deu sinal de vida, motivado pelas minhas ondas cerebrais dirigidas pelos meus olhos. Ela era uma fêmea com uma estrutura corporal de tirar o fôlego de qualquer macho apreciador da genuína sensualidade feminina.

Após o escritor voltar para a sua cidade de origem, paulatinamente, a sala de eventos em que estávamos foi ficando vazia; neste ínterim, nós dois ainda mantínhamos uma conversa animada sobre a obra do autor visitante, nosso ídolo em comum, que, aliás, tivera conosco, há cerca de uma hora atrás, um bate-papo bastante gostoso e enriquecedor. Notando que éramos um dos poucos remanescentes ali naquele recinto, a garota em questão tomou uma atitude no mínimo inusitada para mim, com um sorriso ao mesmo tempo simpático e sexy em seus lábios. Em certo momento, ela me perguntou: - Você não gostaria de ir a minha casa para continuar nosso papo agradável regado a um bom vinho tinto?

Aquilo me pegou de surpresa, pois, era raro em minha vida conhecer uma mulher de iniciativa que demonstrasse profundidade de argumentos já em nosso primeiro encontro. Lógico que não me fiz de rogado e prontamente aceitei ao convite. Afinal, como deixar passar aquela oportunidade impar? Um prenúncio de algo muito bom visitava o meu instinto de “garanhão”, obcecado por uma deliciosa cópula com aquela “potranca” de carnes fartas.

Não preciso nem dizer que o meu membro semi-ereto se remexia, contorcendo-se com volúpia dentro da minha cueca boxe. Aquela mulher, com seu jeito de falar, seu sorriso malicioso e seu perfume de flores silvestres, estava me deixando realmente louco, eu tinha verdadeiramente que me segurar para não agarrá-la ali mesmo, dentro da biblioteca, perante algumas poucas testemunhas que ainda se encontravam naquele espaço público.

Depois de eu ter dito sim ao seu convite, nos retiramos rapidamente. Embarcamos ambos em seu belo automóvel, e, logo ganhamos as ruas da cidade, na direção de sua residência.

Quando chegamos, fiquei impressionado com que inicialmente meus olhos viram. Aquela jovem mulher não só tinha um belo carro, mas, morava muito bem também, pois, quando ela estacou com o veículo diante do portão lateral da sua garagem, o que se erguia, diante de nós dois, era um sobrado de estilo soberbo, com linhas arquitetônicas que lhe davam uma aparência simplesmente majestosa. Eu definiria que o arquiteto que projetou aquela casa era sem dúvida alguma um grande artista.

Assim que entramos na sala de estar daquele fantástico sobrado, ela fechou atrás de nós a porta.  Gentilmente a garota pediu para que eu me sentasse, coisa que fiz acomodando-me em um grande sofá que era ladeado por outros dois sofazinhos.

Havia ainda uma mesinha de centro toda retangular com tampo de vidro; seus pezinhos pareciam ser de madeira de carvalho amarronzada, o tapete fofo que acariciava os nossos pés era da mais pura e branca pelúcia.

Uma enorme televisão de 60 polegadas de tela LCD estava colocada sobre uma estante, também construída do mais puro carvalho, que abrigava livros de diversos gêneros literários. Aquele móvel pelo que percebi fora construído em um elegante estilo colonial.

Enquanto eu me sentava, prestando bastante atenção a cada detalhe daquela sala primorosa, a minha bela anfitriã foi até um barzinho que ficava localizado junto à parede, à esquerda de onde ficava a estante. Ela foi até o bar, que possuía um balcão forjado todo ele de madeira e vidro, e percebi quando ela apanhou do interior uma garrafa de vinho, colocando-o em um balde metálico cheio de água e gelo.

Alguns minutos depois, a minha sexy e fascinante anfitriã já está sentada ao meu lado sobre o grande sofá, e, tanto eu como ela, segurando nossas taças, supridas com a divina bebida de Dionísio.

Logo que fizemos um brinde, tocando as nossas taças de cristal, me ocorre que durante todo aquele tempo em que ficamos conversando na Biblioteca Municipal, assim, como por todo o trajeto de carro que fizemos até chegarmos ali, ficou faltando um pequeno, mas, importante detalhe. Mas, logo corrigimos esse equívoco. E estendendo a sua mão direita para mim, se apresenta, com um sorriso sarcástico: - Meu nome é Clarisse Alcântara, muito prazer! - Apertando de volta a sua mão, respondo-lhe: - Sou Alessandro Calazzar, o prazer é todo meu! - Afastando uma mecha de cabelo da frente de seus olhos, e mantendo aquele mesmo sorriso sarcástico, Clarisse me diz: - Agora que fomos formalmente apresentados, podemos relaxar por alguns momentos, só pra variar, e, até quem sabe, nos conhecermos um pouco melhor!

Ao acabar de me dizer tais palavras, ela leva a sua taça de vinho aos lábios, sorvendo-o com vagar, passando a língua deliciosa em todo o seu contorno, parecendo sentir com seu paladar cada gota proveniente daquela bebida báquica.  Aquela sua afirmação me fez perguntar-lhe: - Pode me questionar sobre o que você bem quiser, não tenho comigo lá grandes segredos, mas....o que realmente quer saber a meu respeito?

- Quando eu disse que queria que nos conhecêssemos melhor, eu não estava me referindo tanto sobre detalhes de nossas vidas, mas, sobretudo, estava querendo que tivéssemos um conhecimento no sentido ......digamos.....bíblico. Entendeu, cherry?

Agora, quem tem um sorriso sarcástico sou eu, e lhe falo: - Bom, desde o início, lá, quando começamos a trocar idéias na biblioteca, era nisto justamente que eu estava pensando... cherry!!!

- Então não tem o porquê de perdermos mais tempo!  - Ao fazer esta afirmação, Clarisse chega ainda mais perto de mim e, me puxando pelo colarinho, aproxima os seus lábios dos meus, aplicando no gesto súbito toda a volúpia.  Enquanto nos enroscamos, suas mãos ágeis vão desabotoando os botões da minha camisa, e logo estou seminu.

Clarisse escorrega o beijo para baixo, abandonando a minha boca, curvando-se, começando a chupar os mamilos de meu peito, fazendo o meu coração bater a mil dentro da minha caixa torácica; por um momento eu penso que vou ter uma “coisa” naquele mesmo instante; aquela garota era deliciosamente louca, e eu não conseguia me lembrar de uma outra ocasião em que sentira tanto prazer sensual.

Então, Clarisse de súbito levanta-se e me puxando pelos ombros também me faz levantar; mais uma vez nossas bocas se unem num sôfrego beijo libidinoso, só que agora sinto aquelas suas lépidas mãos puxarem-me o cinto de couro, afrouxando minhas calças, depois chega à vez do zíper de minha braguilha ser descido.  Com um forte e único puxão, Clarisse desce totalmente minhas calças, expondo minha cueca. Com seus dentes à mostra, simula uma fera, me olha e depois morde de modo fraco o volume, cujas veias explodem ao seu toque. Liberta-o com seus lábios pela fenda lateral da cueca.

Ficando neste mesmo instante de joelhos, atira a minha cueca longe. Clarisse puxa o meu falo grosso, que assemelha uma lança que quase a acerta em seu lindo rosto, se esta não o desviasse de sua trajetória há tempo.

Ao ter a visão daquele colosso de carne de 22 centímetros, duro como uma barra de ferro, Clarisse arregala os seus olhos mostrando espanto e um ar de maravilhamento; então, deixa escapar estas palavras exclamativas, levada por esta sua estupefação: - Caralho, que delícia, eu quero este cacete todinho dentro de mim!!! - Determinada, ela o segura firme com suas duas mãos. A minha anfitriã, tomada pela mais pura excitação carnal, começa a dar beijinhos na cabeça do meu pênis; logo depois, ela faz com que sua língua molhada circule em sua volta; não satisfeita, cessa com tal movimento e começa a cheirá-lo, e Clarisse faz isto por alguns minutos, até resolver introduzir meu sexo molhado e intumescido dentro da sua boca, chegando a engoli-lo quase que totalmente; deste modo, foi até possível sentir a minha glande tocar o fundo da sua quentíssima garganta. 

Enquanto me delicio com aquela louca fêmea a me sugar com exacerbada paixão, aos poucos vou sentindo o meu saco escrotal aumentando de tamanho, se avolumando, e a sensação é de que eu poderia chegar ao gozo a qualquer momento.  Percebendo tal realidade, por causa dos meus sôfregos gemidos,  por conta do intenso prazer que aquela felação estava me dando, Clarisse de repente para de me chupar, e, ficando de pé de frente para mim, me diz, limpando os cantos de sua boca, ao mesmo tempo em que me sorri daquela sua forma tão diabolicamente sarcástica: - Ainda não, meu doce sátiro, é cedo para chegar ao gozo. Até porque chegou o meu momento de ficar peladinha diante de você!

Mal acabou de proferir tais palavras, Clarisse, com destreza e agilidade, começa a se despir rapidamente, primeiro a sua blusa, depois a sua saia e, por fim, se livra de suas botinhas de couro negro.  Meus olhos fascinados contemplavam aquela Vênus de carnes fartas diante de mim, trajando apenas duas minúsculas peças, uma calcinha e um sutiã de renda vermelha.

Parecia que meu sexo e seu entorno iriam explodir, tamanho o animalesco desejo que me despertou aquela visão divina diante de mim.  Nada naquela mulher beirava a imperfeição, seus seios enormes se destacavam dentro do seu sutiã, enquanto a sua bela vagina revelava toda a sua disposição de ceder. Aproximando-me de Clarisse e tocando-lhe a cintura, eu, extasiado digo-lhe: - Agora é a minha vez de ajudar você a se despir. - As minhas mãos passam conjuntamente para as duas alças de seu sutiã, fazendo-as descerem pelos seus ombros macios; logo, os seus dois maravilhosos seios ficam completamente à mostra.  Sem perder tempo, Clarisse se vira, ficando de costas para mim, oferecendo o fecho daquela sua “peça intima” para que eu o abra; uma vez feito isto, ela mesma se livra do seu sutiã, jogando-o de lado.

Não suportando mais aquela magnífica visão voluptuosa, impulsionado por um querer avassalador, dirijo as minhas duas mãos para suas mamas, apertando-as sedentamente, e, querendo o mais rápido possível experimentá-las, eu levo a minha boca a um dos seus seios mamando-o como um bezerro desesperado; após fazer isto em um, eu o troco, começando a sugar também o outro.  Praticamente debruçado sobre o seu corpo, consigo ainda ouvir Clarisse com a sua voz trêmula me dizer: - Mama meu garanhão, mama nestes peitões que agora são todos seus... mamaaa... – Quando estas palavras ditas por ela alcançam os meus ouvidos, isto faz com que eu aumente o ritmo da minha mamada em suas redondíssimas tetas.  Tetas estas que agora tem em si duas afiadas lanças, os seus “mamilos rijos”, graças à pressão febricitante do sugar da minha boca sobre eles.

Querendo mais daquela estonteante “ninfa” de corpo robusto e muito apetitoso, que, a cada momento me levava a estados de consciência diferentes do ensandecimento sensual, eu abandono subitamente os seus seios para ficar de joelhos diante dela, e puxando-a mais para junto de mim segurando-a firmemente pelos quadris, eis que levo agora a minha boca na direção da sua vagina depilada, e não há palavras para descrever a delícia que me foi sentir na língua o gosto salgado daquela pirâmide invertida de carne quente e molhada, que mais parecia uma “deusa pagã” da fertilidade.

Eu amei cada fração de segundos que pude aprofundar a minha língua dentro daquela “conífera” rosada e carnuda, sendo molhado pelos líquidos fluídicos que dela escorriam abundantemente. 

Sentindo-se devorada orgasticamente através daquele gostoso sexo oral, Clarisse urrava em sensações prazerosas indescritíveis, começando a esmurrar-me os ombros, e, aos poucos, seus gemidos acabam se transformando agora em gritos de pura satisfação sexual, que terminam ecoando por todas as dependências daquele casarão, que se não fosse pela nossa presença dentro dele naquelas horas, estaria absolutamente sem vida.  

- Ai amor, eu não quero gozar assim tão rápido, vem e mete agora esta sua lingüinha deliciosa no meu cuzinho faminto! - Ao mesmo tempo em que Clarisse me faz tal pedido, com as suas mãos ela afasta o meu rosto que praticamente estava mergulhado dentro da sua suculenta vagina. Realmente, pelo andar da carruagem, se as “coisas” continuassem como estavam fluindo, com certeza a minha anfitriã- amante logo chegaria ao gozo final.

No entanto, naquele preciso momento, Clarisse tinha acabado de se virar de costas para mim com um só intuito, me oferecer à obra de arte divina que era aquela sua grandiosa bunda, ah, como descrever aqueles monumentais glúteos?

Com toda a consciência que conseguia não sei como ainda ter naquela hora, eu tinha no nível de onde estava o meu rosto, pois, de joelhos havia me conservado, o maior rabo feminino que eu houvera conhecido desde então.  Visualmente eu presumi que Clarisse deveria ter uns 100 centímetros somente de bunda para a minha total felicidade.  Agora como algo tão enorme não sofrera a interferência da gravidade eu não saberia explicar, porque o que eu via ali, bem diante dos meus olhos comovidos, eram nádegas firmes, me apontando à direção do deliciante PECADO!!!

- Vai, filho de uma puta, o que está esperando para escancarar o meu cu com esta sua língua de tesudo safado???

- É pra já gata, não precisa pedir uma terceira vez!!!

E não precisou mesmo, pois assim que proferi aquelas palavras, eu simplesmente enterrei tanto quanto pude o corpo rubro da minha língua dentro do rabo branquinho e de pele pessegueira de Clarisse.

Tendo o seu tronco curvado e a bunda empinada para mim, quando Clarisse sentiu a minha lingüinha penetrar com tudo no seu orifício anal, ela, perdendo a cabeça quase que completamente, me grita em alto e bom som: - Ah, seu desgraçado, eu acertei em cheio quando escolhi você naquela biblioteca para transar comigo!!! - Enquanto eu virava e revirava a pequena serpente da minha língua dentro do seu ânus, Clarisse rebolava enlouquecidamente sobre o meu rosto.

E tão certo quanto dois e dois são quatro, enquanto viver, eu me recordarei com doçura daquele momento para lá de especial dentro da minha existência. 

Logo percebi que as terminações nervosas no reto de Clarisse eram bem sensíveis, pois, o que antes era tão somente um furioso rebolado sobre o meu nariz, boca e o restante da minha face, agora se tratava de um forte movimento que ela, com bastante força, dava com as carnes do seu rabo bem no meio da minha cara! Era inegável que Clarisse já não era mais ela, pois, mais parecia com uma força da natureza sem total controle sobre si mesma.

Levando aqueles golpes fortíssimos do farto traseiro de Clarisse em meu rosto, já me era impossível continuar com aquele prazeroso exercício de visitar com a minha língua a região do seu glúteo.  Isto me leva a parar com aquilo, tomada esta decisão fico logo de pé, e a abraçando por detrás, faço Clarisse também ajeitar-se, saindo daquela posição de curvatura do seu tronco e de bunda empinada em que inicialmente ela se encontrava.

Desta forma, eu, erguido de frente para ela, enquanto Clarisse se mantinha virada de costas para mim, agora já não é mais a ponta da minha felina língua que ela sente cutucar a região do seu orifício anal, e sim, algo maior, bem maior.  Naquele instante, era a glande do meu duro e babado falo que, como um ameaçador arpão, ousava ir de encontro ao seu tentador o(u)rifício.  Cuzinho de ouro que toda vez que era tocado pela inchada cabeça do meu dragão peniano, piscava em fogaréus, alternadamente, levado por um estímulo da mais pura excitação.

Não podendo de forma alguma me segurar em minha vontade de possuir aquele colosso apetitoso de bunda, e, mal conseguindo emitir uma só palavra por conta do enorme TESÃO que de mim já se apossara,  com a voz bastante ofegante, ainda consigo dizer a Clarisse: - Quero agora meter fundo e gostoso em seu gostoso cuzinho... amor!!!

          Então, algo deveras inusitado me acontece, para a minha total e completa surpresa.


Clarisse se livra do meu abraço, virando-se de frente para mim, e com uma expressão resoluta, ela ergue seu dedo indicador na altura da minha face, e, movendo-o tanto para a direita como para a esquerda, no típico sinal de uma “negativa”, ela me diz: - Não, não querido, meu rabinho ainda não, para consegui-lo você terá que me convencer antes, e poderá acontecer, se eu quiser, em um próximo encontro, até porque se eu lhe der tudo hoje e agora, com certeza, dentro da sua cabecinha de “garanhão comedor”, não haverá lógica para um possível REENCONTRO!!!

E para completar aquela sua surpreendente afirmação, ela dá uns leves tapinhas em sua vagina, no mesmo instante em que me diz: - Se quiser, tem aqui este meu BOCETÃO guloso, doido, doido para engolir este teu CARALHÃO gostosíssimo!!!

Ao mesmo tempo em que aquela sua atitude foi um choque para mim, algo dentro do meu peito me fez em segundos entender que eu tinha diante de mim uma mulher que sabia exatamente o que queria; uma mulher que era bem resolvida em suas escolhas, principalmente no que concernia ao SEXO, no que ela DESEJAVA ou não fazer dentro Dele!

Este mesmo “algo” me inspirou a não levar aquilo a uma discussão, um tolo desentendimento que poderia levar todo aquele clima sensual pelo ralo.  Afinal, ela não me disse que eu jamais possuiria a sua bunda, mas, sim, que eu deveria tentar convencê-la a me entregar sua rodinha apertadinha em um próximo encontro.  Se paciência é uma virtude, eu, neste caso, notei que deveria começar a exercitá-la.

Por outro lado, eu tinha um portentoso prêmio de consolação. Se naquela ocasião eu não poderia ter aquele seu traseiro divino, me sobrava aquela sua vagina que a minha boca já aprovara, chupando-a desmedidamente minutos atrás.  Em minha avaliação pessoal aquela “boceta” era um autêntico jardim das delícias supremas.

Feitas todas estas considerações em pouquíssimos minutos, convictamente avancei em direção de Clarisse, novamente voltando a beijá-la com uma ardência vulcânica, e, enquanto a beijava daquela forma, eu podia sentir os seus suados e salgados seios roçarem a pele do meu tórax. Tal sensação fazia o meu nervo peniano quase explodir, tamanha a força da sua ereção causada por aquele contato prazeroso com o corpo de Clarisse.

Ansiando, com todas as fibras do meu ser, penetrar de forma contundente aquela mulher soberba, eu cesso por alguns minutos aqueles beijos e começo a andar para trás levando comigo Clarisse, toda entregue a meu desejo, logo se sentando em cima de mim, sôfrega e ardente.

O encaixe não poderia ter sido mais perfeito. No mesmo momento em que confortavelmente pousei sobre o estofado do sofá, Clarisse, de pernas abertas, e segurando com uma das suas mãos firmemente o meu pênis ereto, o direciona para dentro de si mesma, isto é, para o interior de sua vagina.  A sensação de penetrá-la naquele ínterim não pode ser mensurada por palavra humana alguma, mas.....quem sabe se os anjos teriam “uma” para poder assim fazê-lo?

Uma vez devidamente encaixados, começamos juntos uma cavalgada no sentido de alcançar as raias do prazer ABSOLUTO.  Montada em mim, Clarisse é a própria amazona cavalgando o seu garanhão puro sangue. Os movimentos obedecem a um ritmo completamente selvagem, e a cada aprofundamento da relação entre nossos sexos úmidos, a fome e a sede de querermo-nos fazia aumentar absurdamente o ritmo daquele coito insano.

Voltando a gritar de imenso prazer, Clarisse em meio a berros me diz: - Vai, seu grande filho da puta, mete ferro nesta boceta, enfia, mas, fode sem dó, mergulha gostoso essa pica; quem sabe assim da próxima vez eu dê a você o meu cuzinho!!!

Ao ouvir aquilo da sua boca devassa, eu acelero ainda mais as minhas estocadas fodendo-a duramente.  Enquanto a possuo daquele modo, qual um lobo alfa inflamado e sem controle, sinto tanto o meu pênis como as minhas coxas e barriga banharem-se com as águas profícuas provindas da sua excitação vaginal.

As minhas investidas penianas eram tão furiosas para dentro de Clarisse, que eu podia sentir a minha glande tocar com a sua ponta a entrada do seu útero.

- Caralho, deste jeito eu vou gozar gostoso meu pintudo... - falando assim, Clarisse me pareceu perceber que a “pequena morte” já dava o seu prenúncio de que o gozo estava próximo, que com toda a certeza já não tardaria em nos visitar, com orgasmos múltiplos, e foi por esta razão que procurou acelerar ainda mais os movimentos da sua cavalgada sobre mim. Sentindo o mesmo que a minha amante estava a sentir, seguindo o seu exemplo, também busquei por minha vez aumentar a velocidade das minhas estocadas.

Aquilo para nós dois foi algo parecido com a explosão de DINAMITE PURA, logo um tempestivo e brutal ORGASMO tomou conta dos nossos corpos, não poupando nada que neles houvesse, seja pele, carne, sangue ou ossos.  Eu podia sentir os fartos jorros do meu denso esperma adentrar com a fúria de um turbulento rio a cidadela UTERINA de Clarisse.

Não suportando tal sensação de puro prazer orgástico, eu não me contenho: - Puta que pariuuu... como isto é gostoso pra CARALHOOO!!!

Por sua vez, Clarisse joga tanto a sua cabeça como o restante do seu corpo para trás ao sentir o impacto tremendo do gozo que lhe adviera, do fundo da sua garganta um poderoso estrondo em forma de palavras obscenas lhe escapa: - Ahhh... que delícia... ahhh... porra... que pinto mais gostosooo!!!

No mesmo instante em que tudo termina, quedamos nos braços um do outro, nossas respirações são descompassadas, as batidas dos nossos corações são totalmente desritmadas ainda, Clarisse fica totalmente desmaiada sob o meu corpo, aparentemente sem vida sobre o estofado do sofá maior.

Após dez minutos naquela posição de “quase mortos”, nós dois recobramos então vida e movimento conjuntamente.  Clarisse ergue o seu tronco, ficando desta maneira sentada ainda em mim, enquanto eu voltando a segurá-la pelos seus quadris procuro me ajeitar de forma mais confortável sobre o encosto do sofá.  Assim nesta posição ficamos face a face um com o outro novamente.

Passando ligeiramente sua mão espalmada sobre o meu rosto lívido, Clarisse sorri, dizendo-me: - Nossa, cara, você foi a minha melhor transa, desde que terminei com o meu ex há uns dois anos!

- Tanto tempo assim?

- É, sabe como as coisas são. A maioria dos carinhas hoje somente pensa no próprio umbigo na hora do sexo, e a sua parceira que se vire sozinha para conseguir gozar.  Mas você foi diferente, procurou ser parceiro durante todo o tempo em que transávamos. Valeu por isto!

Ao ouvir aquelas palavras, me aproximei e a beijei rapidamente, qual um ladrão a furtar um tesouro de seus lábios, e, depois de suspirar profundamente, eu lhe disse: - Só que não consegui o que eu mais queria, e você sabe do que eu estou falando! - Soltando uma deliciosa gargalhada, Clarisse me replica: - Bom, eu já expliquei a você minha delicada situação. No passado, eu me entregava por inteiro aos caras que casualmente encontrava, e, depois, simplesmente, me sentia um mero objeto de prazer deles.  Aqueles homens estavam apenas a fim de gozar dentro de mim e eu que me danasse depois. Sendo assim, resolvi que só me entregaria novamente por inteiro a um sujeito que realmente me merecesse, e, para isso, ele tinha de estar disposto a ter um segundo encontro comigo, sendo que para que eu quisesse reencontrá-lo este deveria ter, no primeiro encontro, feito algo de muito especial para que eu quisesse realmente revê-lo. Então se você verdadeiramente me quer inteirinha, corpo e alma, inclua nisto o privilégio de comer o meu cuzinho, faça por merecer. Em um primeiro instante, seu desempenho foi excelente. Agora, eu só quero ter certeza que daqui por diante ele se manterá como foi hoje, isto é, perfeito!!! 

- Tudo bem senhorita, para conseguir tal prêmio procurarei dar o meu máximo!

- Sim, e quem sabe ao fazer isto você consiga algo muito mais importante do que apenas possuir o meu cuzinho!

- Ah é, e o que seria?

Olhando-me no fundo dos olhos, de uma forma tão doce que chega a me fazer chorar, Clarisse surpreendentemente me responde a pergunta: - Quem sabe ao tentar me agradar para me ter por inteira, e isto no sentido tão somente bíblico da palavra, você não acabe conquistando aquilo que tenho de mais importante em mim...

- Não sei se entendi bem...

- Estou simplesmente te falando do meu coração, oh, meu doce sátiro!

               - ELTON SIPIÃO O ANJO DAS LETRAS. 


Revisão crítica e textual de Natanael Gomes de Alencar.  

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